Alerta! Hipersecreção de muco!

Atualizado: 10 de jul.



😱 Oh não...apareceram as temidas "ranhocas" e expetoração!🤧🤮


🤷‍♂️ Mas afinal...o que devemos ter em consideração, perante doenças respiratórias que estão associadas à hipersecreção de muco? 👽


👨‍⚕️ Além da cor, existem outras características (individuais e das secreções) que podem estar associados a um maior compromisso da função respiratória. 👃


💁‍♂️ Perante uma infeção respiratória, devemos ter em conta:


➡️Idade: A hipersecreção de muco requer maior gestão e vigilância, quanto menor for a idade. Os bebés apresentam algumas particularidades: vias respiratórias mais estreitas, dificuldade em desobstruir autonomamente o nariz (porque não se assoam ou fungam sozinhos), pelo que a função respiratória pode estar mais comprometida < 2 anos. 👶


➡️Localização: Infeções mais baixas (pulmonares) tendem a ter maior repercussões na respiração, do que as infeções mais altas (nariz, garganta, etc.). Uma auscultação é essencial para determinar a sua localização e planear a estratégias para a sua remoção. 🔎


➡️Quantidade: Devemos controlar o volume das secreções e a quantidade de vezes que se expetora ou que surgem "ranhocas" no nariz. Secreções volumosas e abundantes tendem a dificultar mais a respiração, do secreções ligeiras e esporádicas. 🤮


➡️ Reologia: Secreções + fluídas (hidratadas), tendem a ser facilmente mobilizadas e eliminadas (ex. através da tosse). Secreções + espessas (desidratadas), tendem a ser mais aderentes, o que dificulta a sua mobilização e eliminação, obstruindo assim as vias respiratórias. 👃


💁‍♂️ Já conhecias alguns destes aspetos? Consegues reconhecer outros? Partilha nos comentários! 💬


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